A crise

Do Blog do Magno Martins, Por Ângelo Castelo Branco*
O rito do processo de impeachment em nada mudou. O que o STF fez foi anular a chapa avulsa que foi eleita por voto secreto para constituir a comissão de admissibilidade do processo
O tribunal entende que a chapa deve ser formada por deputados indicados pelas lideranças das bancadas.
A cisão interna do PMDB, com a indicação de um líder simpático a Dilma, muda o cenário. Porque o líder da bancada vai selecionar deputados aliados a Dilma e eles reforçarão a recusa pela abertura do processo. O grupo rebelde de Eduardo Cunha perde influência no jogo.
O trâmite prevê que se a proposta de impeachment chegar ao plenário - agora ficou mais difícil - e se for aprovada, imediatamente a presidente da República entra de licença e o Senado tem seis meses para homologar ou não a decisão da Câmara Federal. A Constituição determina assim.
O problema maior da presidente é a imprevisibilidade geral: os dois presidentes do poder legislativo encontram-se sob investigação e a economia do país está em queda livre. Fatos estes que interferem no movimento de ruas onde o governo perde feio e pode ser levado ao ocaso antes do tempo.
Por outro lado, há um processo muito grave tramitando no TSE cujo desfecho pode determinar a anulação das eleições de 2014 e determinar uma nova eleição no
País. Assim é a lei.
*Jornalista

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